O desafio da Inovação no Turismo

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Telegram
WhatsApp
Email
Fazemos parte de um mercado tradicional, muitas vezes carente de pensamentos, processos e ferramentas avançadas, mas que tende a mudar com a busca pela inovação. Em minha palestra durante a Festuris 2020 falo sobre quão complexo é mundo que vivemos, a diferença entre crescimento linear e crescimento exponencial, o Efeito Cisne Negro (bem comum em nosso setor), e muitos temas relacionados à criatividade, já que o processo criativo é base da inovação.
Tempo de leitura: 2 minutos

Você que acompanha meu trabalho já me ouviu falar que devemos buscar conhecimento, referências e práticas de outros mercados, olhar para fora do turismo mesmo! Essa é a chave para a inovação no turismo, pois acredite que soluções antigas não resolvem problemas novos!

E como podemos inovar no turismo?

Irei usar duas frases para me ajudar na contextualização da explicação. A primeira é do Steve Jobs:

“A inovação geralmente é resultado de conexões entre experiências pessoais. Se você tiver as mesmas experiências que todas as outras pessoas, é improvável que você consiga olhar em outra direção.”

E a segunda de Larry Hirst (um dos antigos presidentes do conselho de administração da IBM):

“Invenção é transformar dinheiro em ideias, inovação é transformar ideias em dinheiro.”

Podemos entender que não existe inovação sem criatividade, já que a inovação é a aplicação prática da criatividade, ou seja, uma ideia criativa só será considerada como inovação se for aplicada e gerar valor. Do contrário não passará de uma invenção.

E para que haja criatividade é preciso que uma pessoa possua conhecimentos em segmentos diversos, muitos deles alheios a sua área de especialização.

T-shaped skills

Há uma metáfora usada para descrever as habilidades das pessoas enquanto profissionais, as habilidades em forma de T ou T-shaped skills, que ilustra como você pode entender esses conhecimentos.

A “perna” vertical da letra T indica as habilidades em que você é especialista e a horizontal indica os seus conhecimentos não profundos (generalista), ou seja, um profissional com capacidades em diversas áreas, mas expert em uma delas.

Quer saber como pode aumentar a sua “perna” horizontal de habilidades? Leia livros, revistas, assista à documentários, palestras (como TED Talks por exemplo), ouça podcasts, faça cursos (online ou offline), participe – ativamente – de grupos de discussões, clubes e MasterMinds.

Somente adquirindo habilidades nas mais diversas áreas que conseguiremos realmente inovar e resolver as dificuldades do turismo. Estamos juntos nesta?

Se quer saber mais sobre este tema convido a assistir minha palestra na Festuris 2020 sobre este tema:

Daniel Turbox

Daniel Turbox

MBA em Tecnologia para Negócios com ênfase em Data Science, Big Data e Inteligência Artificial pela PUCRS, bacharel em Turismo e especialização em Organização e Gestão de Eventos pela Universidade Anhembi-Morumbi. Estou no mercado há 19 anos com experiência em diversos segmentos do turismo. Meu maior prazer é ensinar através de cursos e palestras!

Deixe um comentário

Rolar para cima